Após uma queda acumulada de 6,9% no biênio 2015/2016, o PIB cresceu 1%
em 2017, e a estimativa da consultoria Tendências é que cresça outros 1,7% em
2018 e 2,9% em 2019.
Mas a recuperação é desigual e será suficiente para que apenas 8 estados brasileiros atinjam finalmente o nível de
atividade anterior à crise: Pará, Roraima, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina,
Rondônia, Tocantins e Amazonas.
Todos os estados que vão se recuperar mais rápido estão na região Norte
e Centro-Oeste, “impulsionados principalmente pelo agronegócio e
mineração, além da forte exposição ao mercado externo”, segundo a consultoria.
Na outra ponta do ranking estão os estados que terminarão 2019 ainda
muito distantes da recuperação plena, como Alagoas (-8,4%), Sergipe
(-7,8%) e Pernambuco (-7,5%).
O Nordeste, de forma geral, depende muito de investimento público e
transferências do governo, dois fatores cujo cenário de recuperação ainda é
muito incerto.
Em relação ao nível pré-crise segundo a estimativa da Tendências, o PIB
de Sergipe terá redução em 2019 de 7,8%.
Fonte: Exame.com
